Um Reveillon Paralello

Postado em Uncategorized em 13/01/2010 por biautopia
Poucos sabem que tomei uma decisão exótica pro meu final de ano. Decidi me dar de presente uma aventura: viajar para a Bahia e, nacreditavelmente, ficar ACAMPADA NUMA PRAIA, NUMA FESTA DE 6 DIAS. Chocado? Adicione ai, 28 horas de viagem de ida + 28 horas de viagem de volta.
Pois é. 56 horas de viagem, 6 dias ininterruptos de festa, atividades culturais, praia, rio, comidinhas deliciosas, sol, céu azul, artesanatos divinos, contato com pessoas de todo o mundo e muita, muita música. O Universo Paralello #10 foi, pra mim, uma experiência única (pq não dizer, uma “experiência paralela”) de como conviver num ambiente natural (até certo ponto “hostil) em condições extremas. Foi um exercício (pq nao dizer) à paciência, um treino da gentileza e da colaboratividade e, principalmente, uma oportunidade de elevar todos os meus sentidos à máxima potência. Foi um exercício da liberdade – e liberdade, como alguns sabem, é o oxigênio de uma sagitariana. Diante dessa babilônia que vivemos, onde somos obrigados a fazer escolhas o tempo inteiro, ter de decidir apenas entre ir à praia ou ao rio, ter a “obrigação” de boiar no mar ouvindo música ou poder trocar a noite pelo dia sem culpa é, sem sombra de dúvida, um privilégio. Num universo mágico como esse a gente se desprende de alguns valores da babilônia e o ato de compartilhar suas coisas e sentimentos por exemplo, torna-se um algo natural e indolor. Não há muito espaço pro egoísmo humano, diante de uma natureza tão enorme que se doa a você por completo a todo momento. Diante de de tanta magnitude me tornei pequena. Mas voltei à Babilônia maior e acho que elevada.
Percalços? Sim, tive alguns. Mas acho que como “marinheira de primeiro acampamento” consegui me sair muito bem. E mesmo com algumas adversidades, acho impossível alguém cultivar o mau humor num paraíso como esse.
Vendo as fotos ainda me pergunto se foi um sonho. Um sonho bom, repleto de nostalgia e de boas energias que espero carregar por todo esse ano de 2010.
Então, que venha 2010.
E, por favor, que venham os próximos UP’s.

Poucos sabem que tomei uma decisão exótica pro meu final de ano. Decidi me dar de presente uma aventura: viajar para a Bahia e, nacreditavelmente, ficar ACAMPADA NUMA PRAIA, NUMA FESTA DE 6 DIAS. Chocado? Adicione ai, 28 horas de viagem de ida + 28 horas de viagem de volta.
Pois é. 56 horas de viagem, 6 dias ininterruptos de festa, atividades culturais, praia, rio, comidinhas deliciosas, sol, céu azul, artesanatos divinos, contato com pessoas de todo o mundo e muita, muita música. O Universo Paralello #10 foi, pra mim, uma experiência única (pq não dizer, uma “experiência paralela”) de como conviver num ambiente natural (até certo ponto “hostil) em condições extremas. Foi um exercício (pq nao dizer) à paciência, um treino da gentileza e da colaboratividade e, principalmente, uma oportunidade de elevar todos os meus sentidos à máxima potência. Foi um exercício da liberdade – e liberdade, como alguns sabem, é o oxigênio de uma sagitariana. Diante dessa babilônia que vivemos, onde somos obrigados a fazer escolhas o tempo inteiro, ter de decidir apenas entre ir à praia ou ao rio, ter a “obrigação” de boiar no mar ouvindo música ou poder trocar a noite pelo dia sem culpa é, sem sombra de dúvida, um privilégio. Num universo mágico como esse a gente se desprende de alguns valores da babilônia e o ato de compartilhar suas coisas e sentimentos por exemplo, torna-se um algo natural e indolor. Não há muito espaço pro egoísmo humano, diante de uma natureza tão enorme que se doa a você por completo a todo momento. Diante de de tanta magnitude me tornei pequena. Mas voltei à Babilônia maior e acho que elevada.
Percalços? Sim, tive alguns. Mas acho que como “marinheira de primeiro acampamento” consegui me sair muito bem. E mesmo com algumas adversidades, acho impossível alguém cultivar o mau humor num paraíso como esse.Vendo as fotos ainda me pergunto se foi um sonho. Um sonho bom, repleto de nostalgia e de boas energias que espero carregar por todo esse ano de 2010.

Então, que venha 2010.E, por favor, que venham os próximos UP’s.

Blablabla blabla…

Postado em Uncategorized em 10/12/2009 por biautopia

Nunca antes um “blablablá” quis dizer tanto…

E então, 2.9

Postado em Uncategorized em 07/12/2009 por biautopia

Foi um dia especial. Comecei a sorrir mais cedo. Pensei em coisas boas. Alimentei meus sonhos. Escute uma música legal e dancei, sozinha. Valorizei as pessoas próximas a mim. Perdi o controle (pro bem, claro). Gritei. Espalhei alegria.

Agradeci pelo que tenho e pelo que às vezes nem sei que tenho. As coisas mais importantes são aquelas que mtas vezes a gente não pode ver.

Vi que não se deve esperar para ser feliz. Vi que não adianta tentar fugir dos problemas; ninguém consegue. Mas tentei  esquecer deles por um dia; “só por hoje”, sabe? Mas tenho em mente que ainda terei de enfrentá-los. Ontem eu acreditei. E quero acreditar, todos os dias.

Agora, tô na porta dos 30, lá dentro eu imagino encontrar um espelho, onde eu possa ver, em cada pedaço do meu corpo tudo aquilo que me trouxe aqui. Conquistas, derrotas, amores, desventuras… tudo estará lá, pra me dar uma lição muito especial.

Não tenho a pretensão de mudar o mundo. Mas sei que sou capaz de fazer alguma diferença.

E por isso, só por isso, sei viver já vale a pena.

O enigma desvendado

Postado em Uncategorized em 08/10/2009 por biautopia
“Pq as mulheres demoram tanto no banheiro?!”
A PIADA
Dica da leitora: Farrah Sandrini Bacci
A seguir, você lerá o relato de uma dessas mulheres e entenderá o motivo:
“Que mulher não lembra de alguma vez na vida ter ido ao banheiro público com sua mãe e ela ter lhe ensinado a arte do origami para forrar com precisão a privada antes de fazer xixi? ‘Olha, você tem que forrar tudo para não pegar nenhuma doença!’ Daí, quando você estava muito apertada e sentava sem o papel: ‘Levanta já, tá louca, menina? Nem sabe quem sentou aí!’.
Você cresce e novas técnicas são mostradas a você, como a arte de se agachar sem encostar na tampa da privada. Parece fácil, né? Mas não é nem um pouco, ainda mais quando a bexiga tá estourando.Depois de passar por toda aquela fila de mulheres com cara de ‘vai logo, vou me mijar nas calças’, é chegada a hora de pôr em prática o ‘agachamento’. Porém, a porta não tranca, não existe gancho pra pendurar a bolsa e, para fechar com chave de ouro, só tem um tequinho de papel higiênico. O que fazer? Pendurar a bolsa (de 100 kg) no pescoço, pegar um papel de trident todo amarrotado que tá na bolsa e rezar para não molhar sua perna na hora em que estiver fazendo xixi. Óbvio que acaba dando tudo errado, né?
O papel de trident cai no chão; na tentativa de pegá-lo você se mija toda; a perna cansa de ficar na posição de agachamento, fazendo com que, involuntariamente, você se sente na privada imunda; e alguém tenta abrir a sua cabine dando uma megaportada na sua cabeça. Você se sacode igual cachorro pra tentar se secar, sobe a calça daquele jeito mesmo, sai da cabine com cara de puta, segue até a pia e ainda leva uma esguichada da torneira desregulada. Depois dessa ‘luta’ toda, você vai saindo do banheiro quando alguém te avisa: ‘Querida, tem um pedaço ENORME de papel grudado no seu pé’. Linda e bela, você arranca o papel, joga na mão da mulher e diz: ‘Toma! Você vai precisar’… E sai!”
FONTE: http://www.mypix.com.br/site/pixpocketmag/junk-mail-30/

“Pq as mulheres demoram tanto no banheiro?!”

A seguir, você lerá o relato de uma dessas mulheres e entenderá o motivo:

“Que mulher não lembra de alguma vez na vida ter ido ao banheiro público com sua mãe e ela ter lhe ensinado a arte do origami para forrar com precisão a privada antes de fazer xixi? ‘Olha, você tem que forrar tudo para não pegar nenhuma doença!’ Daí, quando você estava muito apertada e sentava sem o papel: ‘Levanta já, tá louca, menina? Nem sabe quem sentou aí!’.

Você cresce e novas técnicas são mostradas a você, como a arte de se agachar sem encostar na tampa da privada. Parece fácil, né? Mas não é nem um pouco, ainda mais quando a bexiga tá estourando.Depois de passar por toda aquela fila de mulheres com cara de ‘vai logo, vou me mijar nas calças’, é chegada a hora de pôr em prática o ‘agachamento’. Porém, a porta não tranca, não existe gancho pra pendurar a bolsa e, para fechar com chave de ouro, só tem um tequinho de papel higiênico. O que fazer? Pendurar a bolsa (de 100 kg) no pescoço, pegar um papel de trident todo amarrotado que tá na bolsa e rezar para não molhar sua perna na hora em que estiver fazendo xixi. Óbvio que acaba dando tudo errado, né?

O papel de trident cai no chão; na tentativa de pegá-lo você se mija toda; a perna cansa de ficar na posição de agachamento, fazendo com que, involuntariamente, você se sente na privada imunda; e alguém tenta abrir a sua cabine dando uma megaportada na sua cabeça. Você se sacode igual cachorro pra tentar se secar, sobe a calça daquele jeito mesmo, sai da cabine com cara de puta, segue até a pia e ainda leva uma esguichada da torneira desregulada. Depois dessa ‘luta’ toda, você vai saindo do banheiro quando alguém te avisa: ‘Querida, tem um pedaço ENORME de papel grudado no seu pé’. Linda e bela, você arranca o papel, joga na mão da mulher e diz: ‘Toma! Você vai precisar’… E sai!”

FONTE:  http://www.mypix.com.br/site/pixpocketmag/junk-mail-30/

MULHER SOFRE….