Pronto, acho que agora voltei à vida de blogueira.
Me lembro que eu tive blog qdo na época nem era comum ter. Postava o tempo inteiro, enchia o blog de “frufrus”, fazia uma zona no código html, cagava (e depois “descagava”) o template… eu arrasava nos blogs. Tinha mts comentários, visitantes assíduos… e olha que ainda nem se falava em web 2.0, comunidades blogueiras, etc.
Meu ex-blog passou por mtas fases. Certa época estive mto deprê, uma fase completamente indefinida que fica entre a adolescência e a vida adulta mesmo, na época q eu tava prestes a sair de casa. Daí o blog virou um espaço virtual de lamentações, xingamentos e afins. Até que uma tia minha o descobriu e leu o meu blog. Aí vc pode dizer “mas poxa, que mole vc deu de postar sua vida na internet”… mas pô, minha tia era aquele tipo de pessoa que não sabia a diferença entre e-mail e site; daquelas que desligava o computador assim, na marra (dedão no botão power, e “beijo tchau”). Ou seja, era a última pessoa no mundo que eu achava que iria descobrir meu blog. Mas a Lei de Murphy ta aí pra isso.
Enfim, o falecido blog já tinha uns 3 anos de idade e depois desse “bafão” e juntando com a falta de tempo… ele morreu na praia. Isso já faz uns 5 anos (!) Mas nem pense q esse tempo todo eu fiquei sem blogar, não! A correria do dia-a-dia me fez desanimar pra criar aqueles belos e interessantes posts… mas a vontade de xingar nunca passou! Então eu criei um blog “private” e continuei reclamando da vida. Decidi q ele não ia ser aberto ao público, só umas 2 amigas têm acesso, até pq só elas se interessavam pelas minhas mazelas e tbm eu não ia mais dar o mole que eu tinha dado com o último blog… ainda mais em tempos de web 2.0 e depois que o google definitivamente “arrombou” as nossas vidas – já experimentou digitar seu nome no google e ver qtas vezes seu nome aparece na “rede”?
Mas mesmo depois desse tempo todo de inércia bloguística, eu jurava q ainda ia voltar à ativa dos blogs. Eu já tava há tempos querendo voltar a blogar, mas hoje em dia vejo blogs tão fantásticos q fico me perguntando O QUE de interessante eu seria capaz de escrever.
Então decidi voltar à minha “eterna utopia” e escrever por aí, sem lenço, sem documento, sem compromisso, e bóra ver o q sai.

